Para quem acompanha o WebRelacionada desde sua primeira versão, vai lembrar de um post que publiquei no dia 30 de maio de 2007, 3 anos atrás a Microsoft foi a primeira empresa de tecnologia, que liderou o segmento de interação em superfície. A demonstração se mostrou elegante e promissor, mas hoje, não se vê a exploração para esta aplicação.
Amplamente falando, se trata de uma mesa com uma superfície multi-toque. O Surface utiliza um sistema de detecção de gestos e movimentos através de câmeras infravermelho. Cinco câmeras captam os comandos, que são interpretados e a imagem é mostrada na tela através de um sistema de projeção.
A tecnologia é inteligente o suficiente para detectar todos os itens colocados na tela, digamos, um celular ou uma câmera digital. Informações a partir desses dispositivos pode ser facilmente visualizado e organizado com alguns toques e deslizes na tela.
Microsoft Surface: Hands-on First Look
Comparando com o iPhone e IPad, a Microsoft Surface certamente é muito mais superior. Porém ele não decolou, simplesmente porque o produto e mercado não estão prontos. É legal, mas o produto não agrega valor para os consumidores, eu pergunto: Quem gastaria US$ 10.000 no dispositivo apenas para ver fotos e sincronizar informações entre dispositivos digitais? Muitos de nós estamos satisfeitos com os notebooks e smartphones cada vez mais acessíveis.
A paródia abaixo explica melhor.
Microsoft Surface Parody
A Apple, por outro lado, traz uma experiência de uso, portátil e bem mais atraente financeiramente, em suma a tecnologia não significa nada para os consumidores de não agregar valor a vida diária. O Surface foi desenvolvido para uso comercial, porém daqui alguns anos vejo este tipo de aplicação inserida naturalmente em nossas casas, escolas, carros,…
O modelo das agências e o budget destinado às ações digitais
Quer receber um ingresso do FIND 2010? Basta retuitar, curtir, comentar após a ação envie um email para jeferson@webrelacionada.com.br que tá levando na íntegra um ingresso.
Tenho 10 ingressos para distribuir, tá facinho!
Segue o release:
Fórum internacional traz criação e uma reflexão sobre o mercado interativo – 29 de agosto de 2010 no Brasil
Promovido pela Arteccom, o FIND – Fórum Internacional de Design e Tecnologia Digital – chega a sua quinta edição na cidade do Rio de Janeiro. Após quatro anos de sucesso, o FIND 2010 trará palestrantes de Nova York, Buenos Aires e São Paulo. O FIND ocorrerá no dia 29 de agosto, domingo, das 10 às 18 horas, num dos maiores teatros do Brasil, o Odylo Costa Filho, da UERJ, ao lado do Estádio do Maracanã.
Voltado para designers, webdesigners, publicitários, diretores de criação e gestores de agências interativas, o FIND tem como objetivo principal firmar o Brasil no mercado internacional de internet, a partir da troca de experiências com profissionais de diferentes países e da formação de uma grande rede de relacionamento. Conheça o time de palestrantes do FIND 2010: Joseph Crump, da Razorfish, Fernando Barbella, da DDBO e Michel Lent, da Ogilvy Brasil. Ao final do evento, haverá um debate mediado por Marcelo Albagli, da Agência Canvas. O evento aguarda 1.000 participantes, de várias cidades do país.
“Nesta edição, vamos conhecer um pouco mais a produção argentina, que tem revelado grandes talentos para o mundo. E traremos a tona uma discussão que se faz muito necessária nos dias atuais para a maturidade do mercado: o modelo das agências e o budget destinado às ações digitais”, explica Adriana Melo, diretora da Arteccom (www.arteccom.com.br) e idealizadora do FIND.
O evento conta com os patrocínios das empresas UOL Host, Dinamize, Locaweb e Faculdade CCAA e apoio da UERJ – Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Peço desculpas pela minha falta aqui no blog, o tempo está curto (e frio aqui no sul rsrs) e muito trabalho para lançamento do novo projeto. Pelo menos está indo tudo bem até o momento
Bom, vamos ao post que interessa, eu gosto muito de relógios e sempre me perguntava “Comprar relógio pela internet ou não?”, então encontrei este post no Comunicadores.info, onde foi criado para a Tissot um app em realidade aumentada. Achei muito bacana! Daqui uns dias vai ficar tranquilo até para escolher o corte do cabelo via internet hehe, basta colocar uma peruca e tudo está resolvido.
Leia o post:
Atualmente, quem deseja saber que horas são, recorre ao celular. Esses aparelhinhos onipresentes substituiram os relógios, que por sua vez assumiram a posição de item que serve muito mais para demonstrar estatus e estilo, do que para a sua função primordial.
Para convencer alguém a comprar algo, nada é melhor do que fazê-la experimentar o produto. Como perdemos o hábito procurar relógios a Holition, empresa especialista em realidade aumentada para vendas, criou esse app para a Tissot. E para demonstrar esse aplicativo, foi montada uma vitrine em Londres, onde as pessoas podiam ver em seu pulso toda a coleção da linha Touch, cujos relógios tem funcões ativadas com o toque em sua superfície:
Ótima ação, que coloca de uma maneira que (ainda) é novidade, o produto nas mãos do cliente. Nos pulsos, na verdade. Eu gostei, e você?
E aqui você pode experimentar os relógios em casa, usando a sua webcam.